WhatsApp anuncia nova funcionalidade que dispensa números de celular
Aplicativo vinculado à Meta já disponibilizou apelidos prévios para mais de 3 bilhões de usuários e números ficarão mais seguros para clientes
Visando dar mais privacidade para os usuários, o WhatsApp, que faz parte da Meta, anunciou que, a partir desta segunda-feira (29), liberou reservas de nomes para quem usa o aplicativo. Desta forma, por meio destes nomes e apelidos, o número não ficará mais exposto para desconhecidos.
Essa é só uma das primeiras novidades; a longo prazo, isso vai permitir a adição de novas pessoas na lista de contatos sem precisar informar o número do aparelho. Quem tiver o interesse de reservar o nome tem que seguir as etapas abaixo: abrir a seção de “Configurações”, clicar em “Conta” e selecionar a opção “Nome de usuário”. Insira o apelido desejado e clique em “Salvar”.
Mais detalhes
De acordo com a empresa, quando a função estiver 100% de seu funcionamento, as pessoas e empresas não visualizarão o número quando receberem a mensagem na primeira vez. Além disso, isso também vai possibilitar que haja a conversa só pelo nome do usuário.
A função de adicionar o contato por esse nome ou apelido deve estar totalmente acessível ainda este ano. Vai chegar uma notificação no celular do utilizador quando estiver na posição. No momento, mais de 3 bilhões de consumidores já podem fazer suas reservas.
Ainda sobre o que a empresa divulgou, ela justificou que as reservas estão sendo liberadas de forma antecipada, permitindo uma maior porcentagem de garantia para apelidos que agradem à maioria dos usuários do aplicativo de mensagens.
Imagem do ícone do Whatsapp (Foto: reprodução/stockcam/Getty Images Embed)
Criadores e pequenas empresas
Para esses casos específicos, essa nova função poderá dar mais visibilidade, já que será possível adicionar a sua conta do WhatsApp à Central de Contas da Meta, solicitando o mesmo apelido usado no Facebook e no Instagram, expandindo a divulgação.
O WhatsApp foi comprado junto ao Facebook de Mark Zuckerberg por volta de US$ 22 bilhões de dólares no ano de 2014. Dois anos antes, o Instagram também havia sido comprado pelo bilionário por US$ 1 bilhão; as três empresas fazem parte do conglomerado chamado Meta.
