Trump intensifica ataques contra o Irã e promete responder às perdas militares
Após a morte de três militares, o presidente dos EUA afirmou que as ações prestam tributo aos soldados; os bombardeios já duram nove noites seguidas
No último domingo (19), o presidente Donald Trump informou que continuará com os ataques contra o Irã para responder à morte de três soldados americanos. No total, a ofensiva militar já soma nove noites seguidas de bombardeios contra alvos iranianos, ações que o republicano classificou como necessárias para honrar a memória dos combatentes mortos.
Além das perdas fatais, o governo norte-americano enfatizou o suporte aos soldados feridos nos recentes confrontos, sinalizando que a forte retaliação também serve como uma resposta drástica aos ataques sofridos pelas tropas em solo estrangeiro.
Falas de Trump e resposta aos militares mortos
Segundo o presidente Donald Trump, as perdas dos combatentes na região foram “algo muito triste”. Em nota oficial, o republicano justificou a nova onda de ataques na região como resposta militar direta, afirmando que as ações norte-americanas ocorreram “em homenagem aos três militares americanos que faleceram nos últimos dias”. Conforme o governo dos Estados Unidos, as forças armadas atingiram posições iranianas “com muita força”.
Donald Trump em apoio aos soldados que faleceram (Foto: reprodução/Chip Somodevilla/Getty Images Embed)
O governo americano prometeu responder às mortes dos soldados e se solidarizou com os familiares das vítimas que faleceram nos últimos confrontos militares no Oriente Médio. A ofensiva configura uma resposta imediata ao Irã, que decidiu confrontá-los.
Nono dia de ataques intensivos
O início dos bombardeios começou no sábado, dia 11 de julho. A ordem veio após o colapso definitivo do acordo de cessar-fogo, e a retomada mútua de hostilidades vinha ocorrendo desde o início do mês de julho. O Irã retomou os ataques a navios comerciais no Estreito de Ormuz, o que desencadeou a nova ofensiva militar.
Ataque dos EUA em resposta ao Irã (Vídeo: reprodução/YouTube/MetrópolesTV)
A escalada das agressões recomeçou em 7 de julho, encerrando o frágil cessar-fogo que havia sido firmado em junho. Após o Irã realizar ataques com mísseis e drones que resultaram na morte de militares norte-americanos na Jordânia e no Iraque, o governo dos EUA respondeu com uma contraofensiva esmagadora. Essa retaliação gerou a atual sequência de bombardeios comandada pelo Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), que já atinge a sua nona noite consecutiva.
