O que a Polícia Federal está investigando
Presos no dia 15 de abril, os cantores e influenciadores são acusados pela Justiça de integrar um grande esquema de lavagem de dinheiro, no qual, segundo as investigações, o valor movimentado teria chegado a R$ 260 bilhões. Apelidada pela Polícia Federal, a investigação ganhou o nome de “Operação Narco Fluxo” e tem o objetivo de investigar a exploração de apostas ilegais e rifas digitais, além de possíveis conexões com o tráfico internacional de cocaína.
Agentes da Polícia Federal (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Sergio Lima)
A operação cumpriu cerca de 45 mandados de busca e apreensão pelo Brasil inteiro e outros 39 pedidos de prisão temporária. Durante as buscas, a PF apreendeu armas, carros e dinheiro em espécie. Além disso, as autoridades recolheram documentos e equipamentos eletrônicos que ajudarão na investigação.
No centro das investigações estaria Ryan SP, apontado como líder da quadrilha. Segundo as apurações, o funkeiro paulista utilizava empresas voltadas para o ramo artístico e do entretenimento para lavar o dinheiro que recebia do esquema, além de usar terceiros, conhecidos popularmente como “laranjas”, para executar a transferência de bens.
Defesa de Ryan se posiciona
O advogado do MC Ryan SP, Felipe Cassimiro, já se pronunciou sobre o caso e, por meio do seu Instagram, disse: “Vem para a rua, meu amigo! Obrigado por ter acreditado em nosso time”, postou ele, em uma foto com o funkeiro. Em outro post, o advogado publicou o print da decisão judicial e agradeceu: “Fizemos história, obrigado Deus”, agradeceu.