Levantamento mostra Lula com 41% e Bolsonaro com 37% em cenário de empate técnico
Pesquisa foi realizada com 2.500 pessoas de todo o país, com o resultado dando empate técnico na aprovação do atual governo em relação ao anterior
Na manhã desta sexta-feira (5), a PoderData divulgou seu levantamento que trouxe números sobre a satisfação do governo Lula em relação à administração de seu antecessor, Jair Bolsonaro. Nesse sentido, 41% dos brasileiros consideram o mandato do petista melhor que o do bolsonarista.
Maior parte prefere governo Lula que Bolsonaro
A pesquisa da PoderData, realizada entre os dias 31 de maio e 1 de junho, revela que 41% dos brasileiros preferem ou ao menos consideram a gestão Lula melhor que a administração Bolsonaro.
Entretanto, não há margem positiva para Lula: 37% da população afirma que o governo anterior supera o atual, demonstrando um empate técnico entre as duas métricas, pois a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 21% das pessoas afirmaram não haver diferenças entre as duas gestões e um 1% não soube responder.
Urna eletrônica nas eleições presidenciais de 2022 (Foto: reprodução/Evaristo Sá/Getty Images Embed)
Nordeste prefere a gestão Lula e Sul a de Bolsonaro
Segundo a pesquisa, os perfis dos entrevistados que consideram a gestão do governo atual superior à anterior são de pessoas com 60 anos ou mais (50%), sem instrução formal (60%), com renda até dois salários mínimos e moradores da região Nordeste do país.
Do outro lado, as pessoas que participaram da pesquisa e avaliam a administração Lula como pior são jovens de 16 a 24 anos (44%), brasileiros com ensino superior completo (52%) e indivíduos com renda superior a cinco salários mínimos e moradores da região Sul (56%).
Lula pretende disputar reeleição contra o sucessor de Jair Bolsonaro, seu filho, Flávio Bolsonaro, para a corrida presidencial de 2026, na qual as datas para votação estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro. A pesquisa da PoderData foi realizada entre os dias 31 de maio e 1 de junho, sendo colhidas entrevistas de 2.500 brasileiros em todas as regiões do país, com um grau de confiança de 95%.
