Em homenagem a Dolly Parton, Trump decreta bandeiras a meio-mastro por uma semana nos EUA
Presidente americano homenageia cantora country em Truth Social e determina que bandeiras dos EUA fiquem a meio-mastro a partir das 18h de terça-feira
Dolly Parton, lenda da música country americana, morreu aos 80 anos nesta terça-feira (25). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou que as bandeiras do país sejam hasteadas a meio-mastro por uma semana em homenagem à artista, a partir das 18h do mesmo dia.
Trump publicou a homenagem em sua rede social Truth Social. Segundo o presidente, Dolly era uma das maiores cantoras country de todos os tempos. “É com muita tristeza que informo que Dolly Parton, uma das maiores cantoras country de todos os tempos, e muito além desse gênero, acaba de falecer. Esta é uma verdadeira perda para milhões de pessoas. Nunca houve ninguém como ela, e nunca haverá”, escreveu.
“Em sua homenagem, determinei que a bandeira dos Estados Unidos seja hasteada a meio-mastro em todo o país por um período de uma semana, a partir das 18h de hoje. Descanse em paz, Dolly! O mundo ama você”, completou Trump.
A morte confirmada pela família
A morte de Dolly foi confirmada pela família através de um vídeo. Bryan Seaver, sobrinho da cantora e chefe de sua segurança, fez o anúncio. Segundo ele, a própria Dolly pediu há anos que ele fizesse esse comunicado em vídeo quando chegasse o momento.
“Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, disse Seaver. Na mensagem, o sobrinho destacou o legado deixado pela artista. “Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes”, afirmou.
“Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl, seus pais e incontáveis outros que a assistiram”, completou Seaver, referindo-se ao marido Carl Thomas Dean.
Very sad to report that Dolly Parton, one of the greatest Country singers, and far beyond, EVER, has just passed away. This is a true loss for millions of people. There has never been anyone like her, and never will. In her honor, I am lowering the American flag throughout the… pic.twitter.com/WICghhk73d
— Commentary Donald J. Trump Truth Social Posts On X (@TrumpTruthOnX) August 25, 2026
Donald Trump lamenta morte de Dolly Parton (Foto: reprodução/X/@TrumpTruthOnX)
Saúde debilitada nos últimos meses
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, em março de 2025. Em maio, ela cancelou sua residência de shows em Las Vegas. Na época, porém, mantinha expectativas profissionais. Em entrevista à revista People, publicada em 21 de agosto, Dolly afirmou: “Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar”.
Na mesma entrevista, a cantora explicou que havia negligenciado seus próprios problemas enquanto cuidava do marido. Segundo o que relatou à publicação, não prestou atenção aos próprios sintomas naquele período.
Dolly construiu uma carreira notável a partir de origens humildes no Tennessee. Era conhecida pela voz marcante, perucas loiras e figurinos extravagantes. Seu catálogo inclui mais de 3 mil músicas. Compôs sucessos como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”. Escreveu também “I Will Always Love You”, que foi gravada por Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas” e se tornou mundialmente famosa.
Suas composições foram regravadas por artistas como Beyoncé e Tina Turner, consolidando seu legado na música pop e country. Ao longo de sua carreira, Dolly manteve postura de neutralidade política, nunca declarando apoio público a candidatos ou partidos.
