AFROPUNK Brasil 2026 anuncia primeiras atrações e terá edição histórica em Salvador
Festival confirma primeiros artistas para 2026 e terá shows de Jorja Smith, Gilberto Gil e Emicida em passagem por Salvador, Rio e Recife
O AFROPUNK Brasil já começou a aquecer o público para 2026. A organização revelou os primeiros nomes do line-up e confirmou que a edição principal acontecerá nos dias 7 e 8 de novembro, no Parque de Exposições de Salvador. O festival mantém sua proposta de valorizar a música negra contemporânea, reunindo artistas nacionais e internacionais em um dos eventos culturais mais aguardados do país.
Jorja Smith, Gilberto Gil e Emicida lideram primeiras atrações
Entre os destaques anunciados está Jorja Smith, um dos principais nomes do R&B atual e atração internacional de maior peso nesta primeira leva. O retorno da artista ao Brasil reforça a proposta do festival de conectar a cena nacional com referências globais da música negra.
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Anúncio do line-up (Foto: reprodução/Instagram/@oafropunkbrasil)
Ao lado dela, o line-up traz nomes de peso da música brasileira, como Gilberto Gil e Emicida. Gil chega embalado pelo sucesso da turnê “Tempo Rei”, enquanto Emicida mantém seu protagonismo no rap nacional após projetos recentes que misturam identidade, memória e crítica social.
A curadoria ainda aposta na diversidade regional com Gaby Amarantos, Lazzo Matumbi e NandaTsunami, nomes que ajudam a ampliar o diálogo entre gerações, territórios e estilos dentro do festival.
Gilberto Gil está entre as atrações confirmadas(Foto: reprodução/Sergione Infuso/Getty Images Embed)
Festival amplia circuito e passa por Rio e Recife antes de Salvador
Além da edição principal na Bahia, o festival vai circular por outras cidades com o projeto AFROPUNK Experience. A primeira parada será no dia 27 de junho, no Terreirão do Samba, no Rio de Janeiro. Depois, o festival segue para Recife, em 12 de setembro, com evento marcado na Universidade Federal de Pernambuco.
A expansão reforça o crescimento da marca no Brasil e a tentativa de fortalecer conexões entre cultura, território e público. Mesmo com a itinerância, Salvador segue como o grande centro do projeto, consolidando o festival como uma das principais vitrines da música negra no país.
