São Paulo prepara a virada de 2026 com festas públicas e eventos privados
Capital e cidades do interior terão festas públicas e eventos privados para celebrar a chegada de 2026, com opções para diferentes públicos
A chegada de 2026 será marcada por uma agenda diversificada de celebrações em Araraquara, São Carlos e cidades da região central do estado de São Paulo, além da própria capital. A programação reúne festas públicas em praças e espaços abertos, além de eventos privados em clubes, casas noturnas e áreas de lazer, atendendo diferentes perfis de público.
Araraquara e opções em espaços fechados
Em Araraquara, a maioria das comemorações da virada ocorre em ambientes privados. Clubes sociais, casas de eventos e bares apostam em festas com DJs e bandas ao vivo, explorando diferentes estilos musicais, como pop, eletrônico, rock e pagode. Parte da programação começa ainda na noite do dia 31 e segue pela madrugada do dia 1º de janeiro.
A proposta dos organizadores é oferecer experiências prolongadas, com estrutura completa, atraindo o público que busca conforto e programação contínua durante toda a virada.
São Paulo e oferta com eventos temáticos
Em São Paulo, a celebração do Réveillon se distribui por vários pontos da cidade. Além das tradicionais festas em clubes e casas noturnas, eventos temáticos ganham espaço, alguns realizados em áreas mais amplas ou fora do centro urbano.
A diversidade de formatos inclui música ao vivo, apresentações de DJs e propostas diferenciadas, voltadas tanto para jovens quanto para públicos que preferem ambientes mais tranquilos para receber o novo ano.

Réveillon em São Paulo (Foto: reprodução/X/@infomoney)
Cidades da região mantêm tradição de festas públicas
Nos municípios menores da região, a virada de ano segue marcada por eventos públicos e gratuitos. Cidades como Corumbataí, Matão, Boa Esperança do Sul e Motuca organizam celebrações em praças centrais, com shows de artistas locais e programação voltada às famílias.
Em algumas localidades, a entrada simbólica é associada à doação de alimentos, reforçando o caráter comunitário das festividades e a mobilização social no início do ano.
Eventos híbridos e impacto na economia local
Outras cidades apostam em formatos híbridos, com áreas abertas ao público e espaços reservados, como camarotes ou setores exclusivos. A estratégia busca ampliar o acesso às festas e, ao mesmo tempo, gerar receita para os organizadores e para o comércio local.
Além do aspecto cultural, o Réveillon também movimenta setores como bares, restaurantes, hospedagem e transporte, contribuindo para o aquecimento da economia regional no período de fim de ano.
Diversidade marca a chegada de 2026
A programação de Réveillon na região reforça uma tendência observada nos últimos anos no interior paulista: menos centralização em grandes eventos únicos e maior diversidade de opções espalhadas pelas cidades.
Assim, a virada de 2026 promete atender tanto quem prefere comemorações coletivas quanto quem opta por festas privadas ou encontros mais reservados.
