Brasil na Copa: veja data do próximo jogo e possíveis rivais
Seleção brasileira aguarda definição do Grupo F para conhecer próximo adversário; veja a data e o horário do próximo jogo da Seleção na Copa do Mundo
O Brasil se classificou para a segunda fase da Copa do Mundo 2026, após vencer a Escócia por 3 a 0 na última quarta-feira, 24. Na liderança do grupo C, a seleção brasileira irá enfrentar o 2° colocado do grupo F na próxima segunda-feira, 29, às 14h.
Japão, Holanda e Suécia são os possíveis adversários do Brasil neste primeiro jogo da segunda fase. Tudo irá depender do resultados dos jogos entre Tunísia e Holanda, às 20h nesta quinta-feira, 25, e entre Japão e Suécia, no mesmo dia e horário.
Atualmente, a classificação do grupo F tem a Holanda na liderança com 4 pontos, o Japão na segunda colocação apenas por ter um gol a menos do que o primeiro colocado, a Suécia em terceiro lugar com 3 pontos e a Tunísia na última posição, já eliminada.
Brasil aguarda definição entre Japão, Suécia e Holanda
Se nenhuma posição mudar, o Brasil enfrentará o Japão, que ocupa o segundo lugar do grupo. Para que isso aconteça, a Holanda precisa confirmar o favoritismo contra a Tunísia e manter a liderança da chave. Mesmo em caso de vitória japonesa sobre a Suécia, os holandeses podem continuar no topo desde que mantenham a vantagem no saldo de gols marcados.
Holanda em campo na Copa do Mundo (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Molly Darlington)
Outra possibilidade é um confronto contra a Suécia. Para isso, os suecos precisam vencer o Japão e torcer por uma vitória da Holanda sobre a Tunísia. Nesse cenário, a Holanda chegaria a sete pontos e garantiria a liderança do grupo, enquanto a Suécia assumiria a segunda colocação com seis pontos, tornando-se a adversária do Brasil na próxima fase.
Também existe a chance de a Holanda terminar em segundo lugar e cruzar o caminho do Brasil. Para isso, o Japão precisa vencer a Suécia e ultrapassar os holandeses na tabela. Esse cenário pode ocorrer caso a Holanda seja derrotada pela Tunísia ou, mesmo vencendo, termine a rodada com saldo e número de gols marcados inferiores aos dos japoneses.
Em caso de empate entre Japão e Suécia, os japoneses só assumem a liderança se a Holanda perder para a Tunísia. Já uma vitória sueca pode colocar a equipe escandinava no topo do grupo caso os holandeses empatem ou sejam derrotados. Nessa situação, a segunda colocação ficaria com Holanda ou Japão.
Qual é a oponente mais forte contra o Brasil
O Japão tem um estilo de jogo mais organizado e estratégico, com forte disciplina tática, transições bem estruturadas e controle de ritmo, enquanto a Holanda apresenta um jogo mais intenso e físico, com alta marcação e maior agressividade na disputa pela bola, tornando os jogos mais desgastantes para o adversário.
Japão em campo na Copa do Mundo (Foto: reprodução/Getty Images Embed/David Ramos)
Já a Suécia, embora tenha menos recursos técnicos no ataque, compensa com solidez defensiva, boa ocupação de espaços e eficiência nas bolas paradas. É semelhante a Escócia, porém, apresentando um pouco mais de qualidade e organização.
Considerando esses perfis e o estilo de jogo que Ancelotti vem adotando nos últimos jogos, a Holanda seria o adversário mais complicado. No entanto, a tendência é que os holandeses confirmem a liderança diante da Tunísia, última colocada da chave. Assim, a disputa pela segunda posição deve ficar entre Japão e Suécia.
Dentre essas duas seleções, o Japão representa o maior desafio para o Brasil, principalmente quando se fala em tática e leitura de jogo. Analisando resultados de jogos anteriores, as estatísticas favorecem o Brasil, que venceu 10 dos 12 jogos disputados contra os japoneses. A retrospectiva contra a Suécia também é positiva, com cinco vitórias brasileiras e dois empates em sete jogos disputados.
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Retrospecto de jogos entre Brasil e Japão (Foto: reprodução/Instagram/@sportv)
Em coletiva após a vitória sobre a Escócia, Ancelotti comentou os possíveis rivais do primeiro jogo do mata-mata. O treinador destacou a qualidade técnica das três equipes e classificou a Holanda como uma seleção “mais experiente que o Japão”. O italiano concluiu elogiando a organização dos japoneses e ressaltando o potencial competitivo da Suécia. O Brasil volta a campo na próxima segunda-feira, 29, às 14h.
