‘Michael’ ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria

Cinebiografia do astro da música é a primeira na história a alcançar a marca e superou sucessos como “Oppenheimer” e “Bohemian Rhapsody”

13 jul, 2026
Jafaar Jackson | Reprodução/Instagram/@universalpictures
Jafaar Jackson | Reprodução/Instagram/@universalpictures

Neste domingo (12), o filme “Michael” ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria. A cinebiografia do Rei do Pop, dirigida por Antoine Fuqua, se tornou o primeiro filme do gênero a ultrapassar essa marca. Mesmo em meio a uma recepção fria da crítica, o longa conseguiu esse feito inédito e ultrapassou grandes sucessos como “Oppenheimer”, filme sobre o criador da bomba atômica, e “Bohemian Rhapsody”, filme que conta a história do vocalista do Queen, Freddie Mercury.

Outros sucessos ultrapassados pelo Rei do Pop foram “Rocketman”, que conta a história de Elton John, e “Um Completo Desconhecido”, filme sobre o lendário Bob Dylan.

Recordes do longa

O filme de maior sucesso da Lionsgate é também um dos principais sucessos de 2026, sendo o segundo filme do ano a chegar à marca de US$ 1 bilhão em bilheteria depois de “Super Mario Galaxy: O Filme”. O longa conquistou 1 bilhão de dólares em bilheteria contra um orçamento de 200 milhões de dólares, de acordo com o Deadline.

A bilheteria doméstica do filme, até o presente momento, alcançou US$ 371 milhões, de acordo com o site Box Office Mojo. No mercado internacional, conquistou US$ 629 milhões. Na América Latina, o Brasil foi o país que mais gerou receita para o filme, somando até agora US$ 33 milhões.


 

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Post anunciando o recorde alcançado pelo filme (Vídeo: reprodução/Instagram/@michaelmovie)


Mesmo com uma recepção negativa da crítica, o filme conquistou o público e quebrou vários recordes. A cinebiografia impulsionou outros feitos históricos ligados ao catálogo musical de Michael Jackson. A música “Billie Jean” se tornou a música mais ouvida do mundo, 43 anos após seu lançamento. Michael, por sua vez, tornou-se o artista mais ouvido durante um período de 2026, superando artistas como Taylor Swift, Ariana Grande e The Weeknd.

Em meio à notícia sobre o faturamento do longa, um detalhe chamou a atenção dos fãs que comemoravam a notícia: se Michael Jackson não tivesse falecido, seu retorno aos palcos teria ocorrido em julho de 2009, o mesmo mês em que seu filme quebrou o recorde de cinebiografia mais assistida da história. Em comentários nas redes sociais, fãs do artista chegaram a dizer que “coincidências” não existem e que o sucesso do longa é uma prova de que o sucesso do artista segue vivo, mesmo 17 anos após sua morte.


Jaafar, protagonista do longa, agradece o apoio dos fãs (Foto: reprodução/Instagram/@jaafarjackson)


Filme terá continuação

O longa estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, receberá uma continuação em breve. Após o sucesso da primeira parte, parecia natural que o filme fosse receber uma continuação. O anúncio veio poucas semanas após a estreia do filme. O diretor Antoine Fuqua já deixou claro que voltará para dirigir a sequência.

Eu gostaria, é só uma questão de agenda. Eu morreria se outra pessoa fizesse isso.” disse Fuqua em entrevista para o Deadline. Ele também confirmou que 30% da continuação já foi gravada. “Fomos bastante longe. Analisamos todas as reivindicações que poderíamos utilizar contra Jordan. Fomos além disso. Talvez um ou dois anos depois (1995), quando as coisas começaram a ficar contra Michael.


O diretor Antoine Fuqua, um homem negro, careca, sorrindo.

O diretor Antoine Fuqua (Foto: reprodução/Wikimedia Commons/Nicogenin)


 

Podemos avançar e voltar no tempo ao contar essa história. Existem muitos outros acontecimentos, até mesmo dentro do período abordado no filme original, que não foram explorados.” Disse Adam Fogelson, presidente da divisão de filmes da Lionsgate.

Estrelado por Jaafar Jackson, Juliano Krue Valdi, Nia Long, KeiLyn Durrell Jones, Laura Harrier, Jessica Sula, Mike Myers, Miles Teller e Colman Domingo, o longa de 2026 conta a história de Michael Jackson desde a época com os The Jackson Five em 1960 até a Bad Tour em 1988.

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