Melhores do Ano 2026: Os looks e a emoção que pararam a noite
Com a emoção de Alana e o brilho de Paolla, a noite celebrou o talento real. Moda e verdade se uniram em uma festa feita de gente e vitórias
Domingo (29) foi de festa e de muita história para contar nos estúdios Globo. O Melhores do Ano 2026 reuniu um time de grandes nomes, misturando a nostalgia de ícones como Aguinaldo Silva e Sonia Abrão com a energia de quem está começando agora. Entre momentos de pais e filhos, como o de Marcello e Pedro Novaes, e de grande emoção de quem subia ao palco pela primeira vez, o clima era de celebração máxima ao universo das nossas novelas e séries.
Um dos momentos mais tocantes da noite veio da jovem Alana Cabral. Aos 18 anos, a atriz de “Três Graças” não segurou as lágrimas ao dedicar seu troféu às meninas pretas e periféricas. Com um discurso potente sobre representatividade e persistência, lembrou que o brilho de quem vem de longe merece o lugar mais alto do pódio.
Do Vermelho Marcante ao Marrom Elegante
Se no palco o talento dominava, no tapete vermelho a moda roubou a cena. Fugindo do óbvio, as famosas apostaram em produções que equilibravam sofisticação e ousadia. Paolla Oliveira, premiada por sua interpretação como Heleninha Roitman no remake de “Vale Tudo”, foi o grande destaque visual da noite. Ela surgiu em um look total red da Maison Alaïa, com uma saia de modelagem imponente e detalhes amarrados no tornozelo, provando que o vermelho é, definitivamente, a cor do poder.
Ver essa foto no Instagram
Melhores do Ano 2026 (Foto: reprodução/Instagram/@hugogloss)
Já Grazi Massafera, que levou para casa o troféu de Melhor Atriz, escolheu um caminho mais sóbrio e extremamente luxuoso. Com um longo marrom repleto de brilho assinado pela Balenciaga, a atriz mostrou que tons terrosos são a nova aposta para quem quer fugir do preto tradicional sem perder a elegância. O contraste entre a estrutura moderna de Paolla e o brilho fluido de Grazi resumiu bem o tom da noite: uma moda diversa e cheia de personalidade.
A Clássica Alfaiataria
A noite também provou que o clássico nunca sai de moda, mas ganha novos ares nas mãos de quem sabe usar. Taís Araújo foi um exemplo de modernidade ao escolher um conjunto risca-de-giz com fundo preto de Jean-Paul Gaultier, enquanto Débora Bloch trouxe ainda mais sofisticação ao status da alfaiataria com um blazer impecável da Dolce & Gabbana, arrematado por joias impactantes de Ara Vartanian. Seguindo a linha do preto infalível, Tatá Werneck surgiu com um look Dior superpolido, e Ivete Sangalo optou pelo equilíbrio perfeito do preto e branco em um vestido assinado por Emanuelle Junqueira.
Maisa também chamou a atenção em um azul-marinho profundo. O modelo, um slip dress da Rabanne, trazia detalhes de correntes no decote e nas alças, misturando a leveza do cetim com um visual urbano e marcante. Entre o rosa doce de Ticiane Pinheiro (Versace) e as escolhas estruturadas das demais estrelas, o evento reforçou que o tapete vermelho brasileiro está cada vez mais autêntico, usando a moda não apenas para vestir, mas para expressar a força de cada trajetória artística.
