Gestão Pedrinho gasta perto de R$200 milhões em atacantes, apesar de falta de gols no Vasco

Em dois anos de mandato, a atual diretoria demonstrou dificuldades em encontrar atacantes artilheiros no mercado e seguem em busca de um centroavante

18 ago, 2026
Facundo Colidio e Admar Lopes | Reprodução/Instagram/@vascodagama
Facundo Colidio e Admar Lopes | Reprodução/Instagram/@vascodagama

O Vasco segue com um problema que já perdura há algum tempo no clube, a ausência de atacantes artilheiros é uma questão que preocupa demais os torcedores, principalmente em relação aos últimos jogos. A atual diretoria prepara um novo investimento para reforçar esse setor com a expectativa de solucionar os problemas ofensivos do time, entretanto, na atual gestão Pedrinho, milhões já foram investidos em jogadores que até então não convenceram a torcida cruzmaltina.

Detalhes dos investimentos

Na atual gestão, foram gastos quase R$ 200 milhões anos apenas em jogadores do setor ofensivo, mas são poucas as excessões desses atletas que foram considerados um sucesso no clube. Pedrinho assumiu o controle da SAF há dois anos, e desde então, 12 jogadores desta função foram contratados, sendo o último deles Facundo Colidio, que veio do River Plate por cerca de R$ 23 milhões de reais, estreando no último jogo do time na derrota de 3 a 0 contra o Santos.

Além dele, em 2024, foram contratados Maxime Domínguez e Jean David para as pontas, que somados deram mais de R$ 20 milhões aos cofres do Vasco, além de Emerson Rodriguez, que veio por empréstimo, e Alex Texeira, que chegou de graça. Entretanto nenhum desses atacantes teve um grande destaque pela equipe carioca.


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Maxime Domínguez e Rafael Paiva em jogo do Vasco (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Wagner Meier)


Mais contratações frustradas

Agora em 2025, o Vasco fechou com mais atacantes para reforçar o setor, no caso vieram Garré, Nuno Moreira e Loide Augusto, que no total custaram cerca de R$ 45 milhões para os cofres do clube, dentre eles, apenas Nuno teve seu momento de protagonismo na equipe vascaína, sendo titular absoluto naquele ano. Além deles, Andrés Gómez também chegou naquela temporada, mas inicialmente por empréstimo, pra depois ser comprado em definitivo por cerca de R$ 27 milhões.

Chegado o ano de 2026, o time passa a sofrer demais com a ausência de gols, principalmete após a saída de Vegetti e Rayan no início da temporada. Além disso, as contratações de Spinelli, Hinestroza e Brenner, que chegaram para reforçar o ataque por mais de R$ 66 milhões quando somadas as três contratações, sendo que nenhuma delas ainda rendeu pelo clube.

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