Lucas Paquetá ganha força na briga pela titularidade do Flamengo
O meia segue em busca de maior ritmo de jogo e quando entrou no segundo tempo, mais uma vez, ajudou sua equipe a buscar o empate contra o Cruzeiro
O meia Lucas Paquetá, de 28 anos, está para viver semanas importantes para buscar uma maior sequência de jogos e voltar a brigar pela titularidade no time treinado por Leonardo Jardim. O jogador ficou no banco de reservas nas últimas duas partidas do rubro-negro após retornar de lesão, e mais recentemente, no confronto contra o Cruzeiro, pela Libertadores, o atleta fois mais uma vez decisivo, entrando no segundo tempo e fazendo o gol de empate da equipe carioca.
Paquetá saindo do banco
O meia foi acionado por Leonardo Jardim aos 20 minutos do segundo tempo nos jogos contra Vitória e Cruzeiro, com uma ideia da comissão técnica de respeitar os processos de recuperação para ter o atleta 100% fisicamente o mais rápido possível. O que significaria um retorno gradual com a cada jogo tendo mais tempo em campo até ele estar em forma.
Nos dois jogos em questão, Paquetá entrou no lugar de Arrascaeta, fazendo uma função de meia atacante, apesar do prórpio jogador admitir que se sente mais confortável jogando de segundo volante. Apesar disso tudo, o atleta não é visto por Jardim como um substituto do camisa 10, porém ele é visto como muito versátil o suficiente para jogar sem precisar necessariamente mudar o esquema.
Lucas Paquetá em pré-jogo pelo Flamengo (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Ton Molina)
Declarações de Leonardo Jardim
Em entrevista, o treinador comentou sobre todos os jogadores do meio-campo à disposição: “A gente deu um pouco de frescor na meia ofensiva e no ataque. O Arrasca e o BH não estavam prontos, estavam um pouco desgastados. Temos jogadores como o Pedro no banco e o Paquetá. Mesmo que o Paquetá ainda não esteja no seu melhor, porque vem de muita inatividade e ainda tem dificuldade de ter algum ritmo, a gente refrescou o time”, analisou Jardim.
Na sequência o técnico disse para não ter pressa em relação aos atletas: “Não vale a pena dar um passo à frente do outro. Nós sabemos que tanto o Paquetá quanto o Pedro são jogadores titulares. Mas a gente tem 15 ou 16 jogadores que são titulares. Depois, isso vai depender do momento, da escolha, da análise que eu fizer do adversário e daquilo que eu quero para começar o jogo”, completou o comandante rubro-negro.
