Cara-de-Barro faz estreia e inicia trajetória com ótimo desempenho e bilheteria
O filme Cara-de-Barro estreia com R$ 4,2 milhões no Brasil; Com custo de US$ 30 milhões, a aposta da DC no terror já soma US$ 43 mi globais
O longa baseado na história em quadrinhos da DC Universe já estreou nos cinemas brasileiros e deu início à passagem pelas telonas com um bom resultado nas bilheterias. Lançado em 22 de outubro, a produção de “Cara-de-Barro” (2026) arrecadou mais de 4,2 milhões de reais e interessou cerca de 186 mil pessoas, que se encaminharam ao cinema ainda na fase de pré-estreia realizada na última quarta-feira (21).
Desempenho global e recepção do público e crítica
O novo filme da Warner Bros. Pictures vem se mostrando eficiente também nas bilheterias ao redor do mundo. Com um valor estimado de 30 milhões de dólares nos custos de produção, sem incluir valores de marketing ou propaganda, a bagatela arrecada ultrapassa a marca de 43 milhões e começa a calcular em saldo positivo para os cofres do estúdio.
Ver esta publicação no Instagram
Imagens Oficias (Fotos: reprodução/Instagram/@artifaxing)
Dirigido por Mike Flanagan, a obra também registrou 75% de aprovação crítica no Rotten Tomatoes e obteve a nota A- no CinemaScore, algo que entrega um novo panorama aos números de bilheteria ainda em margem de crescimento. Esse resultado chama atenção em uma produção que continha diversos olhares curiosos, e com suspeitas, acerca do que se poderia projetar ao longa do universo encabeçado por James Gunn.
Trajeto do estúdio enfrenta turbulências
Sob o comando ainda de Peter Safran na DC Studios, o longa demonstra a aposta do estúdio na diversificação de gêneros cinemáticos (como o terror e o body horror), expandindo a galeria de vilões de Gotham City sem depender obrigatoriamente da presença direta do Batman na narrativa.
Ver esta publicação no Instagram
Trailer Oficial (Vídeo: reprodução/Instagram/@gnccinemas)
Entretanto, o sucesso de Cara-de-Barro, focado em apresentar as motivações do vilão, segue a mesma estratégia adotada em Coringa (2019), deixando em perspectiva o novo projeto de mundo da editora para o cinema, que apesar do bom resultado com “Superman” em 2025, deixou uma percepção negativa durante a passagem de “Supergirl” pelas telonas em junho deste ano.
