William e Kate Middleton vão quebrar regra nº 1 da criação dos filhos com George em colégio interno
William e Kate cedem na restrição digital ao filho ao ingressar no colégio interno onde ambos estudaram
O Príncipe George ingressará no colégio interno Eton em setembro de 2026, marcando uma virada na estratégia de criação de William e Kate Middleton. Pela primeira vez, o primogênito de 13 anos receberá um celular, quebrando a principal regra dos pais: manter os filhos longe de smartphones. George, Charlotte (11 anos) e Louis (8 anos) nunca tiveram aparelhos até agora.
George é o filho mais velho de William e Kate, segundo na linha de sucessão do trono britânico, atrás apenas de seu pai. Aos 13 anos, completos no dia 22 de julho, ele marca a transição da infância para a adolescência em um ambiente de grande visibilidade pública.
A escolha de Eton
Eton College é o colégio interno mais prestigiado do Reino Unido, frequentado historicamente por membros da elite britânica. William e Harry estudaram na instituição, que fica a apenas 10 quilômetros de Forest Lodge, a residência dos pais em Windsor. A proximidade permite que George receba visitas regulares da família durante as semanas de aula.
A decisão de matricular George em Eton foi motivo de intenso debate entre os pais. William sempre desejou que o filho seguisse seu caminho e o do tio Harry na mesma escola onde ambos se formaram. Kate Middleton, por sua vez, preferia o Marlborough College, a instituição onde ela mesma estudou. A escolha por Eton refletiu a convergência de interesses após discussões entre o casal.
A regra que será quebrada
William e Kate estabeleceram como regra fundamental a inclusão gradual e controlada dos filhos ao mundo digital. Os três filhos não possuem celulares, uma decisão que os pais mantiveram firme durante anos. A estratégia buscava proteger George, Charlotte e Louis da exposição precoce a redes sociais e conteúdos inadequados.
Segundo a principal comentarista sobre a realeza britânica do The Daily Mail, Rebecca English, o casal admite que essa restrição mudará com a entrada do filho mais velho no ensino médio. English observou que há preocupações dos pais quanto ao crescimento de George na era digital. “Naturalmente, há preocupações dos pais quanto ao fato de ele crescer na era digital. O casal se recusou a permitir que os filhos tivessem smartphones embora admita que isso mudará com o filho mais velho ao ingressar no ensino médio”, afirmou a colunista.
Sarah Hewson, especialista em monarquia britânica da revista Vanity Fair, ofereceu perspectiva sobre o que pode esperar George em termos de tecnologia. Segundo Hewson, o celular que o príncipe receberá terá características bem definidas. “Uma coisa que George não ganhará é um iPhone. Os pais dele são muito rigorosos em relação aos celulares e não permitirão que ele use redes sociais”, afirmou a especialista.
O Príncipe William e a Princesa Kate Middleton, com os três filhos (Princesa Charlotte, Príncipe George e Príncipe Louis (Foto: reprodução/ Max Mumby/Indigo/ Getty Images Embed)
A posição de William
William manifestou preocupação com o acesso irrestrito dos filhos à internet e aos dispositivos móveis. O príncipe acredita que crianças podem acessar conteúdo desnecessário online sem orientação adequada. Por isso, ele tem uma visão clara sobre o tipo de aparelho que seria apropriado para George nesta fase.
“Acho que as crianças podem acessar muita coisa desnecessária na internet; por isso, ter um celular apenas para chamadas e mensagens de texto, aquele modelo antigo de ‘celular tijolão’, como costumam chamar, me parece uma boa ideia”, afirmou William. O comentário do príncipe reflete a estratégia de seus pais em equilibrar a necessidade de comunicação com a proteção contra conteúdos inadequados.
O aparelho que George receberá será restrito a ligações e mensagens de texto, segundo especialistas consultados. Não será um smartphone com acesso a redes sociais ou navegação na internet. Essa escolha reflete a abordagem deliberada dos pais em controlar a exposição digital do filho mesmo à distância.
Antes de Eton, George frequentou a Lambrook School em Windsor com seus irmãos Charlotte e Louis. A transição para um colégio interno representa uma mudança significativa na dinâmica familiar. George passará a semana toda longe dos pais e dos irmãos, retornando aos fins de semana. A escolha de um aparelho limitado a chamadas e mensagens visa facilitar a comunicação entre George e sua família enquanto ele se adapta à vida no internato.
