Rodrigo Faro relembra infância e conta como ajudava financeiramente a família
Ator relembrou como ele e o irmão Danilo custeavam as despesas familiares; Rodrigo só começou a poupar aos 18 anos, quando comprou seu primeiro imóvel
Rodrigo Faro, aos 52 anos, conversou com a revista Quem sobre como financiou as despesas da casa durante a infância ao lado de seu irmão Danilo Faro, de 50 anos. A responsabilidade começou após a separação de seus pais, seguida pela morte precoce do pai. Ainda meninos, os dois atuavam em comerciais e repassavam toda a renda para ajudar a mãe, professora, além da avó e outro irmão que viviam na mesma casa.
Ator revela que dividia ganhos com a família desde criança
“A responsabilidade era total. A gente colocava a grana dentro de casa. Só comecei a guardar meu dinheiro depois dos 18 anos. Até lá, tudo o que a gente ganhava ia para dentro de casa para conseguir se sustentar e ajudar minha mãe. Meu pai faleceu muito cedo, separou-se da minha mãe, e ela era professora. Essa minha grana e a do meu irmão ajudaram muito em casa. A gente sempre teve responsabilidade desde pequeno. Fomos chefes da casa desde sempre”, relembrou.

Danilo e Rodrigo Faro (Foto: reprodução/Instagram)
Do trabalho infantil à estabilidade financeira
A necessidade de sustentar a família marcou profundamente a forma como Rodrigo passaria a lidar com seus ganhos. Quando chegou à maioridade, sua estratégia divergiu da maioria dos colegas da mesma geração. Enquanto muitos investiam em bens de consumo, ele priorizou a aquisição de imóveis.
“Sempre tive a consciência de guardar dinheiro e investir em imóvel. Comprei meu primeiro imóvel aos 18 anos. Enquanto via outros colegas comprando carrões, eu comprava apartamento. Acho que o dia em que consegui comprar minha casa no Rio de Janeiro, comprar um carro para minha mãe e dar uma vida tranquila para ela foi quando vi que tinha conquistado aquilo que almejava. E aí, depois, constituí a minha família e hoje posso ter uma vida tranquila e dar o melhor para as minhas filhas. Isso é sinal de que aquela responsabilidade e aquelas vezes em que eu deixei de jogar bola e fui trabalhar valeram muito a pena”, completou.
Os sacrifícios da infância moldaram a trajetória financeira de Rodrigo, transformando-se na segurança econômica que aproveita hoje.
