Ricky Martin volta ao Brasil após Super Bowl e marca presença no Carnaval 2026
Após Super Bowl com Bad Bunny, porto-riquenho curte Carnaval 2026 no Brasil; relembre laços com país e participação política em show histórico
Após imprimir parte da cultura latina ao lado de Bad Bunny no Super Bowl, em um show de intervalo motivado pelas questões de colonização e imigração nos Estados Unidos, Ricky Martin se fez presente no Brasil para curtir o Carnaval 2026. O artista compareceu ao Baile de Arara nesta sexta-feira (13) seguido da figura de Sarah Jessica Parker.
Laços com Brasil
O músico retorna ao Brasil pela primeira vez desde 2022, ano que consagrou a volta do ‘Rock in Rio’ perante as restrições flexibilizadas e ocasionadas pela pandemia. O carnaval também não é algo novo para o compositor porto-riquenho, visto que já havia desfilado pela Portela em 1997 na homenagem produzida pela escola à cidade de Olinda, Pernambuco.
A relação do cantor com o país é intensa e cheia de fases. No Brasil, Ricky virou febre com hits como “Livin’ la Vida Loca” e “María”, que tocaram constantemente em rádios e programas de TV. Em sua carreira, ele se apresentou diversas vezes em território brasileiro nas cidades Rio de Janeiro e São Paulo, incluindo turnês como a One World Tour relacionada ao álbum “A Quien Quiera Escuchar”.
Desde a separação de Jwan Yosef, anunciada em 2023, Ricky Martin segue solteiro. Com o ex-marido, ele é pai de Lucía, hoje com 7 anos, e Renn, de 6. O cantor também tem os gêmeos Matteo e Valentino, de 17 anos, que nasceram por meio de barriga solidária.
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Ricky Martin e Sarah Jessica Parker (Vídeo: reprodução/Instagram/@bazaarbr)
Participação e impacto com Bad Bunny
Ricky Martin entrou durante o show de mais de 10 minutos de apresentação e inteiramente em espanhol no estádio Levi’s Stadium, que fica em Santa Clara na Califórnia. Em sua participação, “Lo Que Pasó em Hawaii”, uma das canções mais politizadas do repertório, foi performada.
A música interpretada foi ligada a críticas sociais sobre a situação energética e política da ilha e a deslocamentos após crises como no furacão Maria. O momento integrou a narrativa maior do espetáculo, que falava de orgulho latino, colonialismo e pertencimento continental.
O show virou um dos mais discutidos do Super Bowl, gerando tanto elogios quanto críticas de figuras políticas e comentaristas, e atraiu cerca de 128,2 milhões de espectadores com enorme repercussão online, gerando o posicionamento de influências poderosas de dentro do país norte-americano.
