Kim Kardashian e Kris Jenner rebatem acusação de plano para divulgar vídeo íntimo

Cantor Ray J afirma que a gravação teria sido exposta deliberadamente para impulsionar a fama da empresária, o que mãe e filha negam na Justiça

12 mar, 2026
Kim Kardashian e Kris Jenner negam ter planejado a divulgação do vídeo íntimo | Reprodução/Instagram/@kimkardashian
Kim Kardashian e Kris Jenner negam ter planejado a divulgação do vídeo íntimo | Reprodução/Instagram/@kimkardashian

A antiga controvérsia envolvendo um vídeo íntimo de Kim Kardashian voltou ao centro das atenções após declarações do cantor Ray J, que acusa a empresária e sua mãe, Kris Jenner, de terem participado de um suposto plano para tornar pública a gravação anos atrás.

De acordo com documentos judiciais divulgados pelo portal TMZ, mãe e filha apresentaram defesa no processo e rejeitaram integralmente as acusações. Ambas afirmam que as declarações feitas pelo cantor não correspondem à realidade.

Defesa nega plano para divulgar vídeo

Nos documentos apresentados à Justiça, Kim Kardashian afirma que jamais participou de qualquer estratégia para divulgar o material íntimo. Segundo ela, a narrativa de que teria articulado, ao lado da mãe e de outras pessoas, um plano para tornar o vídeo público e ainda mover uma ação judicial simulada contra a empresa responsável pela distribuição é falsa.

A empresária sustenta que a acusação tenta atribuir a ela uma tentativa de manipular a opinião pública para gerar repercussão midiática, algo que ela afirma nunca ter ocorrido.

Kris Jenner reage às acusações

Kris Jenner também apresentou sua versão no processo e classificou as alegações como “absolutamente falsas”. A empresária afirmou que nunca obrigou a filha a gravar qualquer conteúdo íntimo nem participou de decisões relacionadas à eventual divulgação do material.

Em sua declaração, Kris afirmou ainda que a ideia de ter organizado ou produzido um vídeo íntimo envolvendo a própria filha é ofensiva e prejudicial à sua reputação, acrescentando que esse tipo de acusação a acompanha há décadas.

Origem do vídeo que gerou a polêmica

A gravação que deu origem à controvérsia foi divulgada em 2007. Intitulado Kim Kardashian, Superstar, o vídeo mostra Kim Kardashian em momentos íntimos com Ray J durante uma viagem do casal a Cabo San Lucas, realizada quando a socialite comemorava seu aniversário de 23 anos.


Kim disse que estava sob efeito de ecstasy quando a gravação foi feita (Reprodução/Instagram/@kimkardashian)


Grande parte das imagens teria sido registrada pelo próprio cantor com uma câmera portátil durante as férias. Anos depois, em 2018, Kim declarou publicamente que estava sob efeito da droga ecstasy (MDMA) no momento em que a gravação ocorreu.

Caso voltou a repercutir anos depois

O material foi lançado comercialmente em março de 2007 pela empresa Vivid Entertainment. Na época, a família Kardashian moveu uma ação judicial contra a produtora após a divulgação do vídeo. A empresa afirmou em comunicado que teria adquirido a gravação de um terceiro por cerca de 1 milhão de dólares.

A discussão sobre o caso voltou a ganhar força em 2016, quando o jornalista Ian Halperin publicou o livro Kardashian Dynasty. Na obra, o autor afirma que a divulgação do vídeo teria sido planejada para impulsionar a fama da empresária.

Antes da repercussão causada pela gravação, Kim Kardashian ainda não era amplamente conhecida do público. Seu nome aparecia ocasionalmente na mídia por ser filha do advogado Robert Kardashian, integrante da equipe de defesa de O. J. Simpson no julgamento por homicídio ocorrido em 1995.

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