Gil do Vigor quebra o silêncio após críticas ao doutorado e explica sua posição
Em conversa com a revista Quem, o economista prefere destacar suas aprovações em conferência internacional e o reconhecimento da pesquisa feita no Brasil
Gil do Vigor, de 35 anos, falou sobre os questionamentos em torno de sua trajetória acadêmica durante entrevista à revista Quem. O economista explicou que não vê relevância em responder críticas sobre sua formação e que sua prioridade está em evidenciar os trabalhos desenvolvidos em pesquisa, televisão e plataformas digitais.
Quando perguntado se sentia pressão para comprovar sua qualificação, Gil respondeu com clareza sobre seu posicionamento:
“Eu acho que não é um assunto que me importa tanto, porque eu acho que o mais importante é a gente lembrar que nós estamos fazendo tantas coisas legais, tantas coisas lindas, tantos resultados na TV, no digital e também na academia. Eu acho que é isso que eu tenho que exaltar e valorizar”.
Aprovações e reconhecimento acadêmico
Gil é graduado e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e concluiu o doutorado na Universidade da Califórnia, em Davis, em junho deste ano. Durante a entrevista, o pesquisador comemorou a aceitação de seus trabalhos em uma das principais conferências de economia do desenvolvimento, sediada em Nova York.
O economista explicou que a divulgação de working papers integra o processo de submissão a periódicos científicos. Sobre o aceite na conferência internacional, afirmou: “Eu fui aceito também em uma das maiores conferências de economia do desenvolvimento, e ela é em Nova York”.
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Gil do Vigor (Foto: reprodução/Instagram/@gildovigor)
Valorização do cenário acadêmico brasileiro
Gil reforçou a importância de reconhecer tanto os espaços de pesquisa nacionais quanto internacionais, sem hierarquizações. Segundo ele, trabalhos seus obtêm aceitação nos dois contextos. “Eu acho que é importante a gente mostrar que tanto as conferências no Brasil quanto fora do Brasil, todas são relevantes. E nós temos trabalhos sendo aceitos aqui e fora daqui. Mas eu, como um bom brasileiro, valorizo o meu país, as revistas e as conferências brasileiras”, declarou. A posição reflete sua visão sobre o papel das instituições brasileiras no cenário acadêmico global.
