Ana Castela revela diagnóstico de TDA e comenta descoberta nas redes sociais

Cantora conta que recebeu diagnóstico após consulta médica e explica diferença para TDAH, transtorno que inclui hiperatividade e impulsividade

11 mar, 2026
Ana Castela | Reprodução/Instagram/@anacastelacantora
Ana Castela | Reprodução/Instagram/@anacastelacantora

A cantora Ana Castela, de 22 anos, afirmou nesta quarta-feira (11) que recebeu diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) após passar por consulta médica. A revelação foi feita em vídeos publicados em suas redes sociais, nos quais a artista comentou que o resultado ajudou a compreender comportamentos recorrentes e dificuldades de concentração percebidas ao longo da rotina profissional e pessoal.

Logo após deixar o consultório, a cantora relatou que sentiu alívio ao entender a origem de algumas características do cotidiano. Segundo ela, a consulta trouxe explicações para situações que antes pareciam confusas. A artista acrescentou que ainda realizará avaliação com uma neuropsicóloga para aprofundar a análise clínica.

Antes da consulta, a cantora também havia contado aos seguidores que estava apreensiva sobre o possível diagnóstico. Ela explicou que apresentava sinais relacionados à desatenção e dificuldade para manter foco prolongado em determinadas atividades e aguardava orientação médica para compreender melhor esses comportamentos do dia a dia.

Relato da cantora nas redes sociais

Após divulgar o resultado, Ana Castela respondeu a comentários feitos por seguidores que questionaram a ausência da letra “H” na sigla TDAH. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a cantora explicou que não apresenta sintomas de hiperatividade ou impulsividade considerados marcantes no transtorno citado por parte do público online.


Ana Castela fala sobre diagnóstico de TDA nas redes sociais (Vídeo: reprodução/Instagram/@dia1brasil)


Diferença entre TDA e TDAH

De acordo com especialistas, o Transtorno de Déficit de Atenção é classificado como condição neurobiológica caracterizada principalmente por dificuldade de concentração, esquecimentos frequentes, problemas para organizar tarefas diárias e desafios para manter atenção contínua em atividades que exigem planejamento ou acompanhamento prolongado da rotina pessoal ou profissional.

Quando esses sinais aparecem sem manifestações significativas de agitação física ou impulsividade, o diagnóstico costuma ser identificado apenas como TDA. Já quando comportamentos de inquietação constante, dificuldade para permanecer parado e reações impulsivas estão presentes, o quadro pode receber classificação de Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

Profissionais da área de saúde mental explicam que o reconhecimento adequado do transtorno depende de avaliação clínica detalhada, histórico comportamental e observação de sintomas em diferentes contextos do cotidiano. O acompanhamento pode incluir orientação médica, apoio psicológico, estratégias de organização da rotina e adaptações que auxiliem na concentração e no desempenho escolar, profissional ou social ao longo do tempo para cada paciente avaliado individualmente. O acompanhamento contínuo também é recomendado.

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