Deolane Bezerra tem carta feita na prisão divulgada por sua irmã Dayanne

A influenciadora que foi presa pela segunda vez em maio deste ano declarou: “Não sou e nunca serei bandida” e pediu para seus fãs seguirem apoiando

26 maio, 2026
Deolane Bezerra (Foto: reprodução/Instagram/@deolane)
Deolane Bezerra (Foto: reprodução/Instagram/@deolane)

A influenciadora Deolane Bezerra teve sua carta feita diretamente da prisão compartilhada por sua irmã e sócia, Dayanne. A mensagem em questão, ditada pela advogada, possui declarações da mesma sobre as acusações feitas e os valores investigados, pedindo também o apoio dos fãs neste momento.

Carta de Deolane

Em seu pronunciamento, a influenciadora, para iniciar a mensagem, escreveu que é perseguida há 5 anos por ser formadora de opinião e por isso estava novamente presa. Em seguida, expressou sua indignação sobre o processo, afirmando nunca ter feito parte do crime organizado, ressaltando a sua inocência.

Em seguida, ela afirmou que os valores investigados de R$ 24.500,00 são referentes aos honorários recebidos enquanto atuava como advogada, reforçando que o valor está depositado em sua conta em espécie, e não pela transportadora declarada no inquérito, segundo a influenciadora.

Ela continuou afirmando ser perseguida desde 2022, dizendo ser citada em reportagens midiáticas com tons ameaçadores, com ela também reforçando que não foi chamada para prestar esclarecimentos sobre o caso. A advogada ainda ressalta não ter sido ouvida nesse tempo e que foi presa sem ter a oportunidade de esclarecer os fatos.

Ela seguiu dizendo ser mentira sobre possuir 37 empresas em seu nome e que nunca esteve na Penitenciária de Presidente Venceslau, mesmo trabalhando na área da advocacia por anos. Deolane finalizou escrevendo: “Não sou e nunca fui bandida” ressaltando seguir acreditando na justiça e pediu para seus fãs seguirem a apoiando neste momento.


Início da carta de Deolane Bezerra (Foto: reprodução/Instagram/@dradayannebezerra)


Deolane é presa pela segunda vez por suspeita de transações para o PCC

A advogada foi presa pela segunda vez em maio deste ano em uma operação da Polícia Civil de São Paulo, batizada de Vérnix. Ela já havia sido detida em setembro de 2024 por envolvimento com lavagem de dinheiro e jogos ilegais, porém ela foi solta no final do mesmo mês.

Desta vez, a influenciadora foi presa por suspeita de envolvimento com transações para Marcola, do PCC, segundo a operação. Deolane teria usado as próprias contas para transferir dinheiro de uma transportadora de cargas que lavava dinheiro para Marcola e seus parentes, usando sua fama e poder aquisitivo para mascarar transações de altos valores.

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