Deborah Secco conta episódio em que motorista apontou arma após ser fechado no trânsito

Atriz conversou no podcast A Cúpula sobre um susto vivido ao volante enquanto atendia ligação telefônica

25 jul, 2026
Deborah Secco | Reprodução/Instagram/@dedesecco
Deborah Secco | Reprodução/Instagram/@dedesecco

Durante participação no podcast A Cúpula, Deborah Secco revelou ter vivenciado um momento tenso no trânsito quando um motorista apontou uma arma para ela após ser fechado acidentalmente. O incidente ocorreu enquanto a atriz dirigia e falava ao telefone, situação que ela própria reconhece como rotineira em seus hábitos ao volante.

Secco admite sua desatenção enquanto dirige. Conforme relatou no podcast, essa característica já causou conflitos anteriores com outros motoristas. A atriz desenvolveu uma estratégia para contornar essas situações: reconhece o erro e pede desculpas imediatamente aos outros condutores.

Estratégia para evitar conflitos

“Eu dirijo muito bem, mas sou um pouco desatenta. Então, às vezes, fecho uma pessoa ou outra. Já saiu gente para brigar. Eu abaixo o vidro e falo: ‘Ô, moço, me desculpa, eu dirijo um pouco mal’. As pessoas ficam desnorteadas quando me veem”

A atriz explica que seu reconhecimento público funciona como elemento de desaceleração dos conflitos. Segundo ela, ao identificá-la, os motoristas costumam mudar de atitude e abandonar o confronto.


Entrevista da Deborah Secco para o podcast ‘A Cúlpula’ (Vídeo: reprodução/YouTube/@acupulatv)


O incidente com arma

Durante sua fala no podcast A Cúpula, Secco relembrou um episódio particularmente crítico. Estava ao telefone com a enfermeira da escola de sua filha quando fechou um motorista. O homem saiu do veículo portando uma arma e a acusou de perseguição.

“Já saíram com arma para mim, porque eu fechei o cara. Ele já veio e disse: ‘Você está me perseguindo!’. Falei: ‘Eu? Eu nem vi, moço. Estava no telefone, desculpa!'”

A atriz usou honestidade e tom leve para tentar acalmar o motorista. Respondeu com humor à situação tensa, explicando sua desatenção naquele momento específico.

“Sou ruim, moço, desculpa! Estava desatenta, falando com a enfermeira da escola da minha filha”

O reconhecimento funcionou como fator de desarmamento da tensão. O motorista, ao perceber quem era a condutora do outro veículo, cessou a investida agressiva.

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