Chaiany fala sobre homofobia sofrida e desabafa: “Estão querendo me calar”
Ex-BBB de 26 anos fala à Quem sobre ataques após se assumir bissexual e investe em terapia e autocuidado
Chaiany, ex-BBB de 26 anos, falou à revista Quem sobre a homofobia que sofreu ao se assumir bissexual. A influenciadora recebeu comentários questionando sua orientação sexual e afirmando que beijaria mulheres apenas para aparecer. Ela decidiu não se calar diante dos ataques e reafirmou sua determinação de continuar falando sobre o assunto com naturalidade.
Os comentários homofóbicos a questionavam sobre a autenticidade de sua orientação. Chaiany reagiu de forma enfática, recusando-se a se intimidar com o que recebe nas redes e em contatos diretos. A postura dela reflete uma decisão consciente de não abrir mão de sua verdade pessoal.
Recusa em se calar
“Você pode ser o que você quiser. Quer ser ‘bi festinha’? Seja! Quer ser hétero? Seja. Quer ser bi. Seja. Entendido? É horrível hoje em dia a gente ainda estar sofrendo e passando por isso.”
Chaiany enfatizou que as pessoas tentam ditar o que você é, como se você não pudesse simplesmente existir da forma que escolhe. Sua fala reflete a frustração com a perseguição constante e a falta de liberdade para viver sua identidade sem julgamentos.
“Estão querendo me calar, mas não vão. Vou continuar hablando”.
Essa é a determinação que orienta suas ações. Ela não pretende se conformar com a pressão social ou os comentários desfavoráveis. Para Chaiany, continuar falando é um ato de resistência.
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Chaiany (Foto: reprodução/Instagram/@chaianydeandrade)
Investimento em si mesma
Desde sua saída do BBB, Chaiany tem feito terapia para lidar com a fama e as transformações que vieram com a vida pública. Esse trabalho de autocuidado vai além do emocional. A ex-BBB está investindo em cursos preparatórios e aprendendo oratória como parte do desenvolvimento pessoal.
Além disso, ela tem realizado procedimentos estéticos, mas deixa clara a sua motivação. Segundo Chaiany, essas escolhas não são para agradar terceiros ou ganhar destaque.
“Não faço procedimentos para as pessoas, para me mostrar, nem nada do tipo. É para mim, para eu me olhar, me sentir bem e gostar do que eu estou vendo.”
A autoestima era algo que mexia muito com ela no passado. Hoje se sente bem e bonita, e acredita que o investimento em si mesma valeu cada centavo e cada momento dedicado. Chaiany pretende fazer mais procedimentos no futuro e promete surpresas relacionadas aos seus planos.
O caminho que ela está trilhando é de quem busca se sentir bem consigo mesma, investindo tanto em terapia quanto em desenvolvimento pessoal. Para Chaiany, isso significa não apenas sobreviver ao escrutínio público, mas florescer apesar dele.
