Arthur Aguiar reage a memes após ação de despejo e desabafa: “Não existe limite”

Em desabafo no Instagram, ex-BBB criticou a busca por cliques e engajamento independente do dano causado ao outro

30 set, 2026
Arthur Aguiar | Reprodução/Instagram/@arthuraguiar
Arthur Aguiar | Reprodução/Instagram/@arthuraguiar

Arthur Aguiar usou as redes sociais para desabafar após se tornar alvo de memes por uma ação de despejo movida contra ele em São Paulo. Segundo a locadora, o ator acumulou dívida de cerca de R$ 166 mil em aluguel e encargos. Ele contesta a cobrança e afirma que o caso será esclarecido na Justiça.

O ex-BBB 22 publicou nos stories do Instagram em 30 de setembro para criticar como o processo passou a ser tratado nas redes sociais. Arthur questionou a busca por repercussão que, segundo ele, ultrapassou limites éticos e causou impacto emocional.

“É triste ver como não existe mais limite pra nada. O importante é gerar cliques, engajamento, likes, comentários, independente do que isso pode gerar de dano no outro”, escreveu Arthur.

O desabafo de Arthur

No mesmo desabafo, o ator direcionou seu questionamento aos criadores de memes e àqueles que compartilharam notícias sobre o caso. Ele indagou se essas pessoas lidariam da mesma forma se fossem elas ou seus familiares os alvos da exposição.

“A pergunta que deixo é: Será que você que publica esse tipo de notícia ou você que cria meme, que cria vídeo debochando da vida do outro, aguentaria se fosse com você?”, questionou.

Arthur também criticou o julgamento de situações pessoais alheias nas redes sociais. Ele indagou se as pessoas conseguiriam suportar ter sua vida familiar exposta publicamente.

“Você suportaria ver outras pessoas expondo a sua vida, da sua família, situações que não cabe a elas falarem ou julgarem? Você aguentaria?”, completou o ex-BBB.


Arthur Aguiar reage a memes após ação de despejo e desabafa (Foto: reprodução/Instagram/@arthuraguiar)


O processo de despejo

O imóvel em questão fica no Edifício JFL125, na Avenida Rebouças, em Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. Arthur alugou o apartamento em maio de 2025, conforme informações do processo judicial. A ação de despejo foi protocolada em 4 de setembro de 2026 pela locadora, que cobra débitos de aluguel e encargos locatícios.

O juiz Diego Ferreira Mendes, da 4ª Vara Cível de Pinheiros, concedeu liminar de despejo. Arthur recebeu prazo de 15 dias para deixar o imóvel voluntariamente ou quitar a dívida. A medida ainda não foi efetivada porque a parte autora precisa cumprir exigências judiciais adicionais.

A defesa de Arthur, representada pelo advogado Bernardo Pablo Sukiennik, contesta integralmente a narrativa. Segundo a nota de esclarecimento, os valores, prazos e circunstâncias descritos na ação não correspondem à realidade dos fatos. A defesa afirma que apresentará documentos à Justiça para comprovar sua posição.

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