Anitta aceita convite e assume posto de rainha de bateria da Grande Rio
Cantora substituirá Virginia Fonseca e pretende participar de ensaios e disputar um samba na escola de Duque de Caxias
Anitta será a nova rainha de bateria da Grande Rio para o Carnaval 2027, substituindo Virginia Fonseca. A informação foi confirmada pelo Metrópoles com pessoas envolvidas nos bastidores da escola de samba de Duque de Caxias.
O anúncio oficial acontecerá em breve, após a cantora cumprir os próximos compromissos da turnê Equilibrium: shows em Niterói no dia 22 de agosto e em Salvador no dia 29 de agosto. A Grande Rio prepara uma festa especial para Anitta marcada para o dia 20 de setembro, data da grande final do concurso de samba-enredo.
Agenda de trabalho não foi obstáculo
Anitta apenas informou à escola sobre sua agenda de trabalho bastante extensa, sem negociar redução de sua participação em ensaios. De acordo com o Metrópoles, a cantora pretende comparecer ao maior número possível de ensaios e aos eventos importantes da agremiação.
O interesse de Anitta em se envolver na criação também chamou a atenção da direção. Ela tem vontade de escrever um samba em parceria com outros compositores da escola, que disputará a final no dia 20 de setembro.
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Anitta em show durante carnaval (Foto: reprodução/Instagram/@anitta)
Mocidade também tentou
Antes de aceitar o convite da Grande Rio, Anitta negociou com a Mocidade Independente de Padre Miguel o mesmo cargo de rainha de bateria. A escola desejava contar com a cantora em seu desfile e buscava ganhar visibilidade, segundo apurado pelo Metrópoles.
A relação de Anitta com a Mocidade vem de antes. Ela atuou como musa da agremiação em 2016 e mantém boa conexão com a escola. Desta vez, porém, recusou o convite.
A escolha pela Grande Rio conversa com o interesse histórico de Anitta em desfilar na Marquês de Sapucaí. O enredo da escola para 2027 é Sankofa Tabon, Os Retornados da Costa do Ouro e a Estrela Negra da Liberdade, desenvolvido pelo carnavalesco Antônio Gonzaga. A temática aborda a trajetória da comunidade Tabon, formada em Gana por africanos escravizados que conquistaram liberdade no Brasil e retornaram para a África Ocidental, conectando-se com o atual momento artístico da cantora.
