Augusto Cury se posiciona sobre segundo turno e rejeita apoio a Lula ou Flávio Bolsonaro

Escritor afirmou que seu projeto político não termina com a eleição e voltou a defender propostas como fim da reeleição presidencial

05 out, 2026
Augusto Cury | Reprodução/Instagram/@augustocury
Augusto Cury | Reprodução/Instagram/@augustocury

Augusto Cury, candidato do Avante que ficou em terceiro lugar com 2,9% dos votos válidos, afirmou neste domingo (4) que não apoiará nenhum dos candidatos do segundo turno. Em pronunciamento após a divulgação dos resultados, Cury rejeitou qualquer alinhamento com Lula ou Flávio Bolsonaro e proibiu o uso de seu nome para demonstrar apoio a qualquer um deles.

Declaração de Cury

“Eu me silencio completamente em relação àqueles que estarão no segundo turno. Ninguém está autorizado, em meu nome, a pedir ou dizer que vai apoiar qualquer um dos candidatos”.

Cury cumprimentou os dois finalistas após os resultados. Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o terceiro colocado obteve aproximadamente 2,9% dos votos válidos. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

A principal estratégia da candidatura de Cury foi apresentar uma alternativa à polarização política que marcou a disputa. O escritor afirmou que as propostas de sua campanha estão à disposição para serem aproveitadas pelos demais candidatos. Ele também criticou a dificuldade enfrentada por sua campanha para alcançar eleitores nas redes sociais.


 

Ver esse post no Instagram

 

Um post compartilhado por Hugo Gloss (@hugogloss)

Augusto Cury (Vídeo: reprodução/Instagram/@hugogloss)


Campanha presidencial

Em sua declaração final, Cury afirmou respeitar o resultado das urnas e desejou sucesso aos candidatos que avançaram ao segundo turno.

“Um sonho compartilhado por milhões não termina com uma eleição”.

Cury defendeu durante a campanha propostas como fim da reeleição presidencial, mandatos fixos para ministros do Supremo Tribunal Federal e semipresidencialismo. O candidato afirmou que não pretende seguir carreira política e que tem convicção total sobre a decisão de deixar a disputa eleitoral.

Mais notícias