Diddy teria regalias na prisão e vida de luxo é exposta em reportagem; massagens estão entre benefícios

Quatro detentos que compartilharam cela com o rapper revelam acesso a aparelhos eletrônicos contrabandeados, álcool e equipe prestando serviços pessoais, segundo NBC News

30 set, 2026
P. Diddy | Reprodução/X/@CHOQUEI
P. Diddy | Reprodução/X/@CHOQUEI

Sean ‘Diddy’ Combs, preso desde outubro de 2025 na penitenciária federal de Fort Dix em Nova Jersey, mantém rotina de luxo dentro da cadeia. Segundo detentos que compartilharam sua cela, o rapper gasta milhares de dólares mensais com celular contrabandeado, bebidas alcoólicas e serviços pessoais, conforme reportagem da NBC News divulgada nesta terça-feira (29).

A emissora ouviu homens que passaram período na mesma ala que Diddy. O porta-voz do rapper rebateu as acusações, afirmando que a mídia caracteriza “a vida comum na prisão como notícia”. De acordo com a defesa, “a única notícia verdadeira é que Sean continua cumprindo sua pena enquanto aguarda a decisão do tribunal sobre seu recurso”.

Serviços pessoais pagos com dinheiro de fora

Outros detentos seriam pagos para cozinhar, lavar roupas, arrumar cama e limpar banheiros do rapper. Diddy também teria alguém responsável por fazer massagens. Pessoas de fora da penitenciária enviariam dinheiro para contas dos presos que prestam esses serviços.

Um dos detentos entrevistados descreveu a situação com espanto: “Isso não é coisa normal que se vê na cadeia. Isso é coisa de rico. Parece loucura, mas, de novo, é o Diddy”. Outro completou o relato: “Ele é bilionário. As pessoas o admiram muito. Dinheiro é poder, especialmente atrás das grades”.

A dinâmica começou rapidamente após a chegada do rapper. “Praticamente no dia em que ele chegou, a festa começou”, descreveu uma das fontes.


Diddy teria regalias na prisão e vida de luxo (Foto: reprodução/X/@RapMais)


Eletrônicos e acesso à internet dentro da cadeia

Diddy teria acesso a celulares contrabandeados para navegar Instagram e visualizar conteúdos de ex-namorada. Um tablet desbloqueado também circularia na cela, permitindo que o rapper assistisse filmes e documentários, incluindo “Sean Combs: The Reckoning”, produção da Netflix.

Alguns presos ficam responsáveis por guardar os aparelhos e correspondências enviadas por fãs. O acesso contínuo à internet e ao conteúdo de redes sociais contrasta com a realidade de detentos que permanecem isolados de eletrônicos conforme as regras penitenciárias.

Além dos celulares e tablet, Diddy estaria comprando medicamento para depressão e ansiedade que circula no mercado clandestino da prisão. Nos fins de semana, o rapper teria acesso a bebidas alcoólicas.

As refeições do rapper também diferem do cardápio padrão. Diddy conseguiu refeições especiais preparadas por outros detentos, elevando consideravelmente seus gastos mensais dentro da penitenciária.

Diddy foi condenado em julho de 2025 por duas acusações de transporte de pessoas para fins de prostituição. O tribunal o considerou inocente de duas outras acusações: tráfico sexual por força, fraude ou coerção, e conspiração para participar de organização criminosa.

A sentença foi de 50 meses de prisão. Diddy foi transferido do Metropolitan Detention Center no Brooklyn para Fort Dix, onde cumpre a pena. A previsão é que deixe a penitenciária no dia 5 de fevereiro de 2028. Enquanto isso, aguarda a decisão do tribunal sobre seu recurso.

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