Testamento de Erasmo Carlos desaparece e complica divisão da herança

Documento guardado no escritório do cantor nunca foi formalizado em cartório e nenhuma das partes envolvidas sabe seu paradeiro

11 set, 2026
Erasmo Carlos | Reprodução/Instagram/@erasmocarlosbr
Erasmo Carlos | Reprodução/Instagram/@erasmocarlosbr

Uma minuta de testamento preparada por Erasmo Carlos antes de sua morte desapareceu, complicando a disputa pela herança entre a viúva Fernanda Passos e os filhos Leonardo e Gui Esteves. O documento, que nunca foi formalizado em cartório, estava guardado no escritório do artista. Segundo a Coluna GENTE, da revista Veja, nenhuma das partes envolvidas na disputa afirma saber onde ele está atualmente.

Herança de Erasmo Carlos é alvo de disputa judicial

Erasmo Carlos morreu aos 81 anos em novembro de 2022. O artista foi um dos maiores músicos do rock brasileiro e deixou um legado marcado por sucessos que atravessaram décadas.

A disputa pela herança envolve a viúva Fernanda Passos e os filhos Leonardo e Gui Esteves, frutos do relacionamento anterior do cantor. A ação é judicial e complexa, envolvendo questões sobre a partilha do espólio e a vontade do artista em relação aos seus bens.

O documento não chegou a ser lavrado em cartório e, embora estivesse guardado no escritório do artista, nenhuma das partes envolvidas na disputa afirma saber onde ele está atualmente.

O patrimônio deixado pelo cantor é estimado em cerca de R$ 15 milhões, conforme reportado pela Coluna GENTE. Esse valor não foi oficialmente confirmado. A herança inclui imóveis, investimentos e direitos autorais gerados ao longo da carreira de Erasmo.


Erasmo Carlos (Foto: reprodução/Leandro Moraes/Getty Images Embed)


Sumiço de minuta complica disputa pela herança

A minuta poderia servir como referência em uma eventual ação judicial sobre a partilha do espólio. A ausência dela dificulta qualquer tentativa de utilizá-la como documento comprobatório no processo em andamento.

O sumiço do material acrescenta um elemento de tensão à discussão sobre a vontade do músico em relação aos próprios bens. Sem o documento em mãos, as partes dependem de outros registros e provas para resolverem a disputa judicial.

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