Após polêmica com Conselho Tutelar, filha de Virgínia faz pedido inusitado

Depois de ter sido acionada pelo conselho tutelar por excesso de faltas no colégio das filhas, a primogênita da empresária faz pedido inusitado

23 abr, 2026
Virgínia e os três filhos : Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo | Reprodução/Instagram/@virginia
Virgínia e os três filhos : Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo | Reprodução/Instagram/@virginia

Posteriormente ao episódio envolvendo o Conselho Tutelar sobre faltas das filhas no colégio, a influenciadora Virgínia passou a divulgar a rotina escolar das crianças. Nesta quinta-feira (23), um dia após o caçula, José Leonardo, ter sofrido uma mordida em sua unidade de ensino, Maria Alice, a primogênita, revela um desejo sobre a rotina escolar.

Pedido inusitado

Nos stories do Instagram, Virgínia compartilhou uma sequência da sua rotina da manhã, e dentre os afazeres, estava a tarefa de buscar os filhos na escola. Mas o que chamou a atenção foi o desejo inusitado da filha mais velha. A menina pediu para que, ao invés de levá-la, a mãe a buscasse da escola, na intenção de comprar um brinquedo, já que na saída fica uma tenda vendendo.

Mas o que deixou a situação ainda mais divertida foi que, ao chegar na escola, Virgínia não encontrou a barraca e acreditava que isso deixaria Maria Alice desapontada, mas a menina nem se importou, “falou que ok”, disse Virgínia sobre a resposta da filha, deixando a situação mais cômica. Polêmica envolve o Conselho Tutelar.


 

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Virgínia e seus filhos (Foto: reprodução/Instagram/@virginia)


Polêmica envolve Conselho Tutelar

Vale lembrar que há pouco tempo atrás a dona da Wepink esteve envolvida em uma polêmica relacionada à rotina escolar dos filhos, e envolvendo até o Conselho Tutelar.

O órgão notificou a escola das filhas de Virgínia e Zé Felipe após uma denúncia anônima sobre o excesso de ausência. O instituto de ensino precisa apresentar um relatório de assiduidade e as justificativas para as faltas em até sete dias, além de minuciar estratégias pedagógicas para que as meninas estejam em dia com os conteúdos perdidos.

O caso se enquadra no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), que estabelece regras sobre educação básica, e se for comprovado o excesso de faltas sem amparo legal, Virgínia terá de ir ao Conselho Tutelar prestar esclarecimentos sobre a gestão da rotina das filhas.

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